quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Estágio supervisionado do curso de complementação em física

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO – CAMPOS PIUMA
CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO PEDAGÓGICA DE FÍSICA











RÓBISON PIMENTEL GARCIA








ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO EM FÍSICA, REALIZADO NA EEEFM CORONEL OLÍMPIO CUNHA, SITUADA NO MUNICÍPIO DE CARIACICA – ES, SUBORDINA A SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO – SEDU








PIUMA

2015
RÓBISON PIMENTEL GARCIA








ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO EM FÍSICA, REALIZADO NA EEEFM CORONEL OLÍMPIO CUNHA, SITUADA NO MUNICÍPIO DE CARIACICA – ES, SUBORDINA A SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO – SEDU




Trabalho de conclusão de curso apresentado à Coordenação do Curso de Complementação Pedagógica em Física, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista.



Orientador: Prof. D. Sc. Aldires Braz Amorim Caprini










PIUMA

2015



1 INTRODUÇÃO
O estágio supervisionado é importante no processo de ensino e aprendizagem, o estagiário conhecerá o espaço escolar, seus sujeitos, levantamento sobre a normas da escola, o cotidiano, nos mostra que informações dos setores da escola registrando o que de importante poderá ser utilizado no desenvolvimento do professor com observações das aulas com reflexão e reconhecendo que  para cada momento de interação, apresentará uma situação diferente na aplicação dos conceitos estudados durante o curso de complementação pedagógica. Cada sala de aula apresentara situações diferentes no processo de ensino e aprendizagem e, o professor sabendo das diferentes dificuldades, aplicará contextos diferenciados no modo de interagir no ambiente em sala de aula. Observando de como é a atuação de um professor em sala de aula, o futuro professor aprenderá como será o seu processo em sala de aula.
O futuro professor sabendo que, para avançar no meio educacional, deverá ter uma capacidade determinada, positiva e direcionada, buscando com isso um maior envolvimento nos conteúdos do seu processo teórico e prático, com possibilidades de utilizarem técnicas diferenciadas em sala de aula.
Conforme o texto de Carvalho, p. 207-209 que relata sobre a Educação no Brasil.
 [...] Para educar, para que o sujeito possa avançar em sentido positivo, mudar e melhora-se, deve-se estimular a capacidade humana de intervir, preconiza a concepção humanista. Essa teoria, segundo Morris e Martín (2000), tem um enfoque pessoal e pressupõe a autoestima e uma elevada capacidade de autodeterminação que possibilitem ao sujeito o desenvolvimento de projetos que considere importantes.
2 DESENVOLVIMENTO

Em um curso de complementação pedagógico, o aluno manifesta interesse em aprender a teoria, que poderá auxiliá-lo no seu ambiente de trabalho como professor. São informações sobre os conceitos relacionados no meio educacional, suas leis, seus procedimentos, a história da educação, didática em sala de aula, psicologia, libras, conhecimento sobre as mudanças na história da educação, sua evolução, seus retrocessos e avanços no mundo da educação.
Após esse momento de interação durante a fase inicial do curso, o professor passa pelo processo de estágio no ambiente escolar, promovendo interação, entrevistas, observações nas regências dos professores em suas atividades em sala de aula e, no ambiente escolar, em todas as relações no seu processo de ensino e aprendizagem. Aprendendo de forma reflexiva e interativa como personagem compromissado com o processo de ensino e aprendizagem, mostrando que também poderá desenvolver suas técnicas de ensinamento em sala de aula, lembrando que uma sala de aula, não apresentará a mesma maneira de ensinar em outra sala. Sala de aula de mesma turma de ensino podem apresentar manifestações diferenciadas durante o processo de ensino. Cada sala apresenta movimentos interativos diferenciados, podendo facilitar ou dificultar a relação professor x aluno.
Esse relatório de estágio, se caracteriza como pesquisa com questionário de levantamento de dados, socialização das informações com várias personagem sobre: O espaço escolar, funções da diretoria, pedagogia e coordenadores e, uma entrevista com um professor. Devido a inexistência de um professor de física no turno da manhã, me prontifiquei em responder as perguntas sobre a atuação de um professor em sala de aula.

2.1 Regência

O estagiário observará durante as aulas, como é a atuação do professor no processo de ensino e aprendizagem. Essa observação poderá ser esclarecedora para o futuro professor relacionar o que aprendeu na teoria e o que poderá ser aplicado em sua futura sala de aula, assimilará o que é de importante para aplicar após o término do curso. Devemos observar que, o futuro professor poderá lembrar, de como eram as aulas dos seus professores, durante o seu processo de aprendizagem no ensino fundamental, médio ou em um curso superior, aplicando algo, do que aprendeu de importante no seu ambiente escolar no período de sua vida como aluno. São algumas particularidades que poderão auxiliá-lo durante as suas aulas após a conclusão do curso de professor.
2.2 Metodologia
Pesquisa com questionário, com os envolvidos no processo ensino e aprendizagem em um ambiente escolar, visando uma possibilidade de aprendizagem dos conhecimentos adquirios durante a fase inicial do curso de complementação pedagógica em Física do IFES do campus da cidade de Piúma – ES.
Os resultados com as respostas dos profissionais da educação, torna-se importante aos alunos envolvidos no estágio curricular, verificando como são os processo de envolvimento dos personagem na educação escolar.


2.3 Descrição e análise da pesquisa de campo

O questionamento como coleta de dados, com informações para conhecer a utilização do métodos de trabalho, identificando expectativas, opiniões e interesse pelo profissionais da educação, levantando as atividades, as dificuldades, as necessidades em relação ao processo ensino e aprendizagem.
No mes de setembro de 2015 foi realizada a atividade de doscência em sala de aula e no mês de outrubo os questionamentos envolvendo os profissionais da educaçde da EEEFM Coronel Olímpio Cunha.
A seguir, são mostrados os resultados do questionamentos realizados com os profissionais da educação da EEEFM Coronel Olímpio Cunha da Secretaria de Educação do Estado do Espírito Santo – SEDU do município de Cariacica – ES.
A educação no ensino médio tem contribuido no desenvolvimento da aprendizagem as necessidades do aluno no desejo em construir o conhecimento com ênfase ao mundo do trabalho ou a uma posterior complementação dos estudos em um curso técnico ou superior, a uma realidade no cotidiano das pessoas. A participação do professor em ser reflexivo, contextualizado e com a utilização de uma maneira harmoniosa, mostra que no presente processo tem apresentado   destaque nos bancos escolares.

2.4  História da orígem da escola
A orígem do nome da escola Coronel Olímpio Cunha é relatada por Robson Rubert, comenta também como um personagem no município de Cariacica – ES, fez emergir uma escola na década de 50.
“A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Coronel Olímpio Cunha, recebeu esse nome devido à um coronel militar que residia no Bairro Santana e tinha o objetivo de construir uma linha férrea naquele lugar para escoar a produção do estado, porém não deu muito certo, ele resolveu dar baixa, mas todos dali somente o chamavam de coronel, então começaram a nascer pequenos povoados ao redor de sua fazenda e as pessoas começaram a trabalhar para ele, então ele achou ncessário construir uma escola que levou o seu nome. A EEEFM Coronel Olímpio Cunha, foi fundada em 1950 por Getúlio Vargas.” (RUBERT, 2013)

3 CONCLUSÃO
As novas maneiras de educar, contribuem no mundo moderno para que o professor se torne reflexivo, envolvente com o processo ensino e aprendizagem contribuindo de maneira prazerosa em novas habilidades e competências que proporcionam uma melhor integração entre conceitos teóricos e as vivências dos estudantes no processo de estágio.
Acreditam que essas necessidades de uma preparação para a vida são condizentes com os interesses do mercado de trabalho, entendendo-se que contribuem para a sua qualificação e no atendimento das necessidades das indústrias.
A escola tem conhecimento da importância da elaboração de um de preparação do professor no seu ambiente de trabalho, mostrando que a teoria e a prática estão presentes no processo de aprendizagem do profissional da educação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BECEVELLI, Indiana Reis da Silva, Educação e Inclusão e a Relação Trabalho, Cultura, Ciência e Tecnologia, Diálogo sobre a Educação Profissional e Tecnológica, Saberes, Metodologia e Práticas Pedagógicas. Editora IFES, 2011.

CARVALHO, Eglair, Educação e Trabalho no Brasil: A Formação do Trabalhador para Além da Qualificação. Diálogo sobre a Educação Profissional e Tecnológica, Saberes, Metodologia e Práticas Pedagógicas, Editora IFES, 2011.

FABRIS, José Luiz,  Educação e Tecnologia: Realidade ou Ficção? Diálogo sobre a Educação Profissional e Tecnológica, Saberes, Metodologia e Práticas Pedagógicas. Editora IFES, 2011.

GOUVÊA, Sylvia Figueiredo – Os caminhos do professores na Era da Tecnologia – Acesso Revista de Educação e Informática. Ano 9 – número 13 – abril 1999.

LOPES, José Junio. A introdução da informática ao ambiente escolar. Instituto de Geociências e Ciências Exatas. Dezembro, 2002. Disponível em http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.pdf. Acessado em 21 de abril de 2010.

OLIVEIRA, Costa. Ana Carolina; RESENDE Sheyla Rodrigues; VILLAR M. Antônio D. Implementação da Programação PERT no Processo de Desenvolvimento de Software Personalizado. III SEPRONe – Juazeiro, BA, Brasil setembro 2008.
RESENDE, Flavia, As Novas Tecnologias na Prática Pedagógica sob a Perspectiva Construtivista. Pesquisa em Educação e Ciência, Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde, RJ, v.2, n.1, março 2002.

























Anexo I – Carta de apresentação e aceite

(esta carta será escaneada).










































Anexo II - O espaço escolar

1)    Dados sobre a escola:
Nome da escola: Escola Estadual do Ensino Fundamental e Médio Coronel Olímpio Cunha – EEEFM Coronel Olímpio Cunha.

Endereço postal: Rua Mário Araujo, 13 Bairro: Santana  Cidade: Cariacica – ES
CEP: 29.140.000
Endereço eletrônico (site e e-mail) pedagogiamatcoc@hotmail.com
Telefone: (027) 3343-4730
Cursos:  Educação Fundamental, Ensino Médio e Profissionalizante.

Quantidade de alunos porr tuno e por curso:

Turno Vespertino total = 554
Ensino fundamental = 369
Ensino Médio = 185

Turno Matutino Total = 559
Ensino Fundamental =  290
Ensino Médio = 269

Turno Noturno Total =    327
EJA = 159
Curso Técnico = 168


2)    Contextualização da Instituição:
A necessidade de atender a sociedade composta de família de classe média baixa.

a)    A inserção da escola no entorno; A escola esta localizada ao lado da praça central do bairro santana. Próximo a escola existem padarias, supermercados, feira livre, casa lotérica, posto de gasolina e lojas de roupas.

b)    Características sócio-cultural dos alunos: São compostas de famílias de classe média baixa.

c)    Caracterísiticas sócio-cultural dos funcionários: A maioria tem o ensino médio completo.

d)    Caracterísitcas sócio-cultural dos professores. Todos os professores são graduadas e pós graduados.

e)    Estrutura organizacional da Instituição: Gestão que é subordinado a superitendência e a Secretaria Estadual da Educação – SEDU.

f)     Inserção da escola em seu sistema de ensino; Faz parte da educação básica no estado do Espírito Santo.

g)    Breve descrição do espaço físico da escola: 1.134 m2, 9 salas de aulas, pátio interno e coberto, refeitório, biblioteca, sala dos professores e uma sala de informática.

h)   Equipamentos disponíveis: Sala de informática com computadores e um data show para cada turno da escola.

i)     Utilização dos equipamentos: São utilizados conforme a necessidade dos professores no processo ensino e aprendizagem.

j)      Organização e conservação dos diversos espaços: Com verbas específicas disponibilizadas pela SEDU.


3. Espaços diversificados da escola e suas apropriações

a)    Existe um professor ou monitor exclusive para acompanhar os alunos no laboratório de informática? Atualmente não há necessidade da utilização de um monitor, os professores sabem lidar com as atividades sobre o funcionamento do computadores e tem conhecimento da importância da utilização dos equipamentos disponíveis
Existe um laboratório de informática e com acesso livre dos professores com a finalidade de mostrar aos alunos atividades de consulta a internet, utilização dos software e programas educacionais de cada disciplina.
b)    Quais são os equipamentos disponíveis e qual é a proposta de trabalho desenvolvida nesse ambiente? Computadores e monitores com acesso livre a internet. Os professores priorizam a utilização conforme a disponibilidade da sala de informática.
c)    Quais as disciplinas que utilizam o apoio da informática nas atividades pedagógicas? Todas as disciplinas tem possibilidade da utilização das atividades pedagógicas, atualmente, com a utilização de celulares em sala de aula, os alunos tem realizados trabalhos nesses aplicativos.
d)    Quais são os espaços de esporte e lazer disponíveis na escola? Uma quadra de futebol de salão coberta e, ao lado da escola. É utilizada pela escola na práticas de educação física. Essa quadra pertence a comunidade e, utilizada por moradores do bairro Santana.
e)    O ambiente oferece segurança aos alunos? Sim, a escola é cercada de muro e existe um profissional da segurança disponível para que evite vândalos, principalmente nos momentos em que os alunos permanecem no pátio da escola. A patrulha escola é acionada quando solicitada pela escola.
f)     Existe diversidade de materiais? Existem brinquedos e jogos pedagógicos, jogo de xadrez e dama.
g)    Quais materiais estão disponíveis para uso dos alunos no laboratório? Não existem laboratórios de física, química e biologia. Existe o laboratório de informática com computadores e a internet disponível a todo o instante. Os professores e alunos utilizam a internet para pesquisa de atividades no processo ensino e aprendizagem, para tal há necessidade do professor titular da matéria para acompnhar os alunos e, são realizadas somente quando o professor estiver disponível.
h)   O acervo da biblioteca satisfaz as necessidades de todas as disciplinas escolares? Existem livros didáticos e paradidáticos e atendem a todas as disciplinas do ensino fundamental, médio e curso técnico.
i)     Comente sobre o acervo da biblioteca em relação à disciplina relacionada ao seu curso. Existem livros de física na biblioteca e a maioria dos alunos tem o livro didática, como os alunos reclamam que o livro é pesado e nem todos os professores acompanham o conteúdo com o livro, ficando a critério de cada professor a utilização dos livros. Na biblioteca existem todos os livros disponíveis para consultas dos alunos e professores.
j)      Fazem parte do acervo da biblioteca as histórias em quadrinhos, CDs e vídeos? De que tipo? Que autores? Na sala pedagógica, existem materiais que atendem a todos as séries do ensino fundamental (histórias em quadrinhos, CDs e vídeos e, um exemplo é a coleção do Ziraldo (Mõnica). As reservas são programadas para que os professores possam utilizá-los em sala de aula ou na sala de informática.

k)    Os professores fazem uso da biblioteca da escola? Em quais momentos?
A biblioteca é utilizada nos tres turnos e com maior incidência no turno noturno devido ao curso profissionalizante.


Anexo III – Direção escolar

Nome da diretora: Dayse Manga Langa

Formação: História e Matemática.

1)    Qual a função administrativa do Diretor Escolar? Função administrativa e pedagógica.

2)    Qual é a função pedagógica da escola? Orientar, ensinar e capacitar no processo de ensino e aprendizagem.

3)    No campo do relacionamento  interpessoal, como é o relacionamento da Direção com os discentes e damais funcionários que compõem a escola? A direção tem um bom relacionamento com todos os envolvidos no ambiente escolar.

4)    Como se dá aplicação efetiva da verba que é destinada à escola? Toda a verba é discutida e analisada no conselho escolar da escolar na utilização em que for designada como: material de consumo, permanente ou de terceiros para pequenos serviços na escola.

5)    A quem e como a Direção presta conta do uso efetivo das verbas? A SEDU, como um orgão fiscalizador.

6)    Quais os problemas mais comuns que necessitam da atuação do Diretor? Conflitos no ambiente escolar e, na administração em todo o processo educacional.


Coordenação Pedagógica

Nome: Marina Calixto da Silva

Formação: Pedagoga

1)    Qual é a função da Coordenação Pedagógica? Tem a participação ativa em todos os processos, sejam pedagógicos ou inter-pessoal no contexto escolar.
2)    Em nível de relacionamento interpessoal, como é o envolvimento desse órgão junto aos discentes e os demais componentes da comunidade escolar? Trabalho como mediadora em todas as situações no ambiente professor e aluno.
3)    Em que o pedagogo auxilia o professor na elaboração de seu planejamento, visto que são inúmeras matérias específicas que nem sempre o pedagogo domina? Ele é um articulador para que melhor desenvolva o planejamento dos parâmetros curriculares -  PCN.
4)    Como se dá o trabalho de acompanhamento das deficiências de aprendizagem do educando? É orientado aos pais dos alunos, em procurar além da escola, ajuda externa com um especialista ou, verificando no caderno do aluno, as atividades realizadas e propostas em sala de aula pelos professores.
5)    Existe preocupação em proporcionar uma maior integração entre a família e a escola? Como isso acontece? Reuniões de pais e plantão pedagógico. Na escola, consta os telefones dos pais dos alunos para avisar sobre a necessidade de orientações para que o aluno tenha uma melhora no processo ensino e aprendizagem.
6)    O supervisor / coordenador pedagógico sugere metodologias diferenciadas, recursos didático pedagógicos para melhorar a prática do professor? Sempre que possível, com consultas a internet e ou outras fontes pedagógicas.
7)    O supervisor / coordenador Pedagógico auxilia ou coordena projetos interdisciplinares propostos pelos professores? Existem intercâmbios entre várias áreas de conhecimento, como exemplo: Arte/Física, Português/Religião/Física, entre outras. Em reuniões pedagógicas, são comentados os trabalhos elaborados pelos professores e a equipe pedagógica auxilia em sugestões de que maneira os projetos seriam desenvolvidos.
8)    Qua ações são desenvolvidas pelo Supervisor / Coordenador Pedagógico para o planejamento e a atualização do PPP? Reuniões para reaver propostas, idéias e sugestões dos professoreeds no entorno da escola.

Coordenação escolar
(pedagogo ou cargo correspondente)

Nome: Wilson Moreira Salles

Formação: Pedagoga  no matutino e professora de arte no turno noturno.

1)    A nomeação para o cargo foi realizada por quem: Estado, Comunidade ou Direção da Escola? Processo seletivo da SEDU, designação temporário (DT).
2)    Qual a sua habilitação? Pedagogo
3)    Qual a função do Coordenador dentro da Escola? Trabalhar conflitos, atos interdisciplinares e atendendo a família.
4)    Quais os problemas mais comuns entre alunos que chegam à Coordenação? Como são tratados? Conflitos interdisciplinares em sala de aula.
5)    O que um coordenador espera de um docente? Parceria em todo o contexto escolar em ser: flexível, amável e compreendedor de situações adversas no processo ensino e aprendizagem.

Professor: Róbison Pimentel Garcia

(Deverá ser entrevista um professor conforme sua habilitação)
No período em que atuei como professor na escola no mes de setembro de 2015, era o único professor titular e me coloquei como em, fornecer informações sobre os comentários pessoais sobre a minha atuação em sala de aula.
1)    Identificação: Qual sua formação e experiência profissional? Outra área de formação, Engenheiro Mecânico – UFES e, aposentado por tempo de serviço no ramo da siderurgia, atuando como professor em contrato temporário (designação temporário – DT) desde o ano 2.000 na SEDU e no ensino de física.
2)    Considerando a formação que você teve na graduação, julga ter domínio dos conteúdos específicos da disciplina que lecione? No curso de engenharia mecânica, são relacionadas questões com relação a física e suas aplicações no cotidiano. Como a Física envolve nas construções de equipamentos mecânicos, elétricos e de construção, o professor sabendo dessa importância, tornará as aulas reflexivas, com possibilidade de uma maior intereção professor e aluno dos conteúodos propostos em sala de aula.
3)    Você encontra dificuldade para ensinar? Quais e por que?
Atualmente o maior problema é a conversa em sala de aula, utilização de celulares e o desrespeito aos próprios colegas em sala de aula, princplamente quando o assunto é o professor. A maioria dos alunos, principalmente da rede estadual de ensino, sabem que no final do ano, terão oportunidades de alcançar a aprovação, devido as oportunidades que a escola oferece. Durante o ano letivo, não se interessam muito em aprender os conteúdos, pois a maioria acham que os conteúdos adquiridos não falicitarão na sua educação após o ensino médio.
4)    Você consegue abordar todos os conteúdos propostos no currículo?
A maioria das propostas são alcançadas, devido principalmente ao estudo de Física, os conteúdos propostos são facilmente relacionados com as atividades do contidiano do aluno, como exemplo: os movimentos dos objetos, a sua massa, as energias envolvidas nesses movimentos com relação as forças aplicadas. O estudo das temperaturas, quantidade de calor, eletricidade e as máquinas térmicas.
5)    O que significa, para você, ensinar?
É a transmissão do conhecimento de uma maneira reflexiva, envolvendo um processo de ensino e aprendizagem de conteúdos necessários ao desenvolvimento do aluno.
6)    Em poucas palavras, como é sua aula?
São fornecidos aos alunos o conteúdo a ser ministrado com explicações da sua utilização no cotidiano ou, sua indentificação com relação ao mundo do trabalho, as unidades de medidas utilizadas, fórmula física e exemplos de aplicações com soluções e propostas de novas idéias e soluções dos conteúdos propostos. Após a socialização em sala de aula, é proposta novos exercícios avaliativos em sala de aula com possibilidade de interação entre aluno x aluno, auxiliando aqueles que tem maior dificuldade de aprendizagem. Após as avaliações, o professor oferece uma oportunidade de recuperar a nota obtida, utiliza a mesma prova e o aluno deverá resolver todas as questões propostas e elaborar comentários de como forma realizadas as soluções dos exercícios propostos na prova.







Anexo IV – Contrato de trabalho da SEDU
Escanearei o contrato de trabalho em designa

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Aprendizagem colaborativa no ensino a distância, utilizando os recursos de comunicação e o papel do tutor a distância no EaD



Aprendizagem colaborativa no ensino a distância, utilizando os recursos de comunicação e o papel do tutor a distância no EaD.

Participantes:
Eleusa Souza Rodrigues Pinheiro
Fabiulla dos Santos Silva
Kátia Gonçalves Castor
Nilton da Silva Santa Clara
Róbison Pimentel Garcia

Ao iniciar um curso a distância, percebemos que existem especificidades diversas, para as quais precisamos nos preparar, ou melhor, nos ambientar. Dentre estas podemos citar: conceitos, mecanismos de participação, linguagem dos professores, linguagem dos colegas, objetivos do curso e as expectativas dos professores. Se faz necessário, especialmente no início dos processos que o professor/tutor proceda de forma colaborativa com os alunos que necessitam conhecer e experimentar diversas novidades.

Esta aprendizagem necessita contar com a colaboração de todos aqueles que se sentem mais experientes no processo, especialmente o tutor a distância, considerado um facilitador no processo ensino e aprendizagem. Alcântara et al apud Siqueira (2003, p23) propõe que a atividade colaborativa é um processo de reaculturação que ajuda os estudantes a se tornarem membros de comunidades de conhecimento, cuja propriedade comum é diferente daquelas comunidades que já pertence. Cabe ao professor/ tutor a distância a promoção e estimulação da aprendizagem cooperativa.

A relação entre os alunos e o feedback é crucial para o desenvolvimento da autonomia. É importante combater a individualidade vigente em nossos dias, enfatizar a cooperação entre o corpo discente e, orientar os alunos que querem resistir à ideia de coletividade afirmando que o trabalho individual é melhor porque evita que colegas maus intencionados aproveitem do grupo.

Uma meta importante é enaltecer a relação entre os discentes. A aprendizagem cooperativa desenvolve a aprendizagem e a construção coletiva do saber. Nosso objetivo deve ser a coletividade e não a individualidade. "Um panorama inédito tem-se desvendado, no qual as pessoas podem passar a amar, trabalhar e estudar virtualmente, ao mesmo tempo em que ocorre um declínio nas interações presenciais. Sendo assim, questiona-se: EAD e aprendizagem cooperativa são compatíveis? É possível propiciar maior interação entre os pares na EAD? Como? As TICs podem contribuir para isto? Quais atividades podem favorecer a interação?" (CAPELLARO, p2, 2011).

Os TICs no EaD são fortes aliados nesta construção da interação social por uma sociedade mais solidária. No ensino a distância são necessárias ferramentas interativas que estimulem a colaboração e interação entre os participantes, tais como: chat, web-conferência, e-mail, fórum e a wiki.

O chat é uma comunicação síncrona, onde há a necessidade de marcar uma determinada hora para que seja realizada a comunicação entre duas ou mais pessoas. Através do chat as pessoas podem se aproximar com conversas mais descontraídos, esclarecendo dúvidas e tarefas a serem realizadas. Já o fórum, considerado como uma comunicação assíncrona, não exige dos cursistas uma interação em tempo real, mas favorece uma reflexão do conteúdo exposto pelo grupo com flexibilidade de horários para a participação de todos. O e-mail é também uma ferramenta assíncrona, porque independe de tempo e lugar de acesso, poderá revolucionar o processo de interação entre professores e estudantes, ele é considerado a ferramenta mais utilizada na Internet por permitir a troca de mensagens e compartilhamento de informações; o envio e recebimento de textos simples, arquivos de áudio, planilhas eletrônicas, imagens, anexos, podendo utilizar dispositivos de segurança para criptografar as mensagens. O uso do e-mail é praticamente o ponto de partida para a comunicação entre professor e alunos e, entre os próprios alunos, mesmo quando utilizado em cursos presenciais. O professor pode, através de e-mails, esclarecer dúvidas dos alunos, solicitar sua participação em alguma atividade específica, encaminhar informações, receber atividades realizadas por eles. Por fim citamos a wiki como ferramenta de grande potencial para a participação colaborativa entre os alunos. Através dela todos podem realizar pesquisas e trocas de experiências e conhecimentos. A partir de um determinado tema lançado pelo professor especialista os participantes são convidados a postar suas colaborações que devem dialogar entre si com o desafio de tecer um texto coletivo. "A importância da mediação de alguém mais experiente ficou evidente. O docente, muitas vezes, é a pessoa ideal neste caso. Todavia, há situações em que a intervenção de um colega é mais eficiente no processo de ensino-aprendizagem." (CAPELLARO, p 2, 2011).

A eficácia das ferramentas interativas no EaD ocorre quando se enfatiza que o essencial não é a tecnologia, mas um novo estilo de pedagogia sustentado por uma modalidade comunicacional que supõe interatividade, isto é, participação, cooperação e multiplicidade de conexões entre informações e atores envolvidos.

Mais do que nunca, o professor está desafiado a modificar sua comunicação em sala de aula e na educação, pois atuar no EaD não é uma tarefa simples, demanda conhecimento tanto das especificidades desta modalidade de ensino quanto das ferramentas disponíveis para produção e gerenciamento do curso.

Referências Bibliográficas:

CAPELLARO, Jacqueline Leire Roepke. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E APRENDIZAGEM COOPERATIVA: INCOMPATIBILIDADE OU POSSIBILIDADE? Indaia - SC - Maio 2011

Concepções de Aprendizagem e o uso da tecnologia na Educação a Distância: Das Máquinas de Ensinar ao Conceito de Aprendizagem Colaborativas. disponível em: www.gente.eti.br/site/attachemts/042_CONCEPAPREUDEAD.pdf

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

EDUCADOR COMO INTELECTUAL E EDUCAÇÃO ENQUANTO PRÁTICA SOCIAL TRANSFORMADORA




EDUCADOR COMO INTELECTUAL E EDUCAÇÃO ENQUANTO PRÁTICA SOCIAL TRANSFORMADORA


(1) AMADA MARIANA COSTA DE MELO
(2) ELINEIDE SCOPEL LAPORTI LADISLAU
(3) RÓBISON PIMENTEL GARCIA


 

A – Formação docente, alinhando teoria e prática: as práticas pedagógicas encontradas frente os desafios impostos pelas realidades retratadas.
Na formação dos professores, é necessário, para que sejam profissionais da área da educação, que haja um currículo dos conteúdos. Quando nós, enquanto alunos, realizamos o estágio na escola, imaginamos encontrar uma escola prazerosa e democrática. Porém, na realidade, nos deparamos com uma realidade bem diferente da que imaginamos; encontramos uma escola com diversos problemas, como por exemplo, violência, indisciplina, entre outras. Infelizmente, as escolas públicas estão nessa situação. Ainda serão necessárias muitas mudanças para alcançarmos a escola democrática.
“[...] ao desenvolverem um currículo formal com conteúdos e atividades de estágios, distanciados da realidade das escolas, numa perspectiva burocrática [...].” (PIMENTA, 1997, p.5).

B – Postura do Educador diante da sociedade atual: atitude reflexiva dos professores.
Ensinar, em qualquer nível de ensino, continua sendo um desafio, principalmente devido a questões como: conteúdos extensos e, pouco tempo em sala de aula, necessidade dos alunos atentos ao conteúdo proposto, excesso de alunos em sala de aula. Isso sem falar que os alunos chegam ao ensino médio, despreparados em enfrentar os conteúdos a serem ministrados, sem a base devida, e enfrentam muitas dificuldades para acompanhar os conteúdos, trazendo mais desafios para o professor.
A relação do educador com o educando, assim como destes com o ambiente escolar deve ser uma relação prazerosa, alegre e agradável. É necessário o estímulo do professor de forma que desperte o interesse do aluno para aprender a ser, conviver, se relacionar e ser um cidadão consciente de sua atitude nesse mundo. A educação não é feita sozinha e muito menos dentro de quatro paredes, é necessária a abertura para o entorno, para a sociedade. É necessário que haja relacionamento, que se preze pela coletividade e que haja respeito e ética com o outro. Não há pessoa tão sábia que não possa aprender e nem pessoa tão vazia que não tenha nada a ensinar.
Diante da situação atual e com tantas mudanças tecnológicas, o professor não tem condições de saber mais do que o aluno o tempo todo. Com a internet, os alunos tem acesso a diversos tipos de informações e muitas vezes confrontam com o professor, devido a isso o processo de ensino aprendizagem deve ser uma mão dupla, onde tanto professor quanto ao aluno aprendam juntos. O professor deve ter uma atitude reflexiva de que ninguém é detentor de todo o conhecimento, afinal o conhecimento muda o tempo todo. É através das relações que é possível estreitar laços e aprender com o outro de forma efetiva. É preciso eliminar o abismo que existe entre professor e o aluno, onde o professor é detentor de conhecimento e o aluno um livro em branco que precisa ser preenchido de conhecimento e que não possui nada a ensinar.

C – Postura do Educador diante da sociedade atual: a relação educador x educando
Quando os professores se organizarem em debates de como melhorar a educação, programas de treinamento para os professores, mostrando a necessidade novas mudanças pedagógicas na educação pública, satisfazendo as necessidades do aluno em ser crítico, social e ativo no processo de ensino e aprendizagem.
As escolas públicas ensinam sobre o meio ambiente, história dos negros, formas de religião, que incorporam na vida do estudante uma visão holística no mundo em que vivem, de maneira que a maioria dos estudantes não contextualiza de forma democrática e crítica.
“[...] os professores deveriam se tornar intelectuais transformadores se quiserem educar os estudantes para serem cidadãos ativos e críticos [...]” (GIROUX, 1997).
O professor deve promover o aprendizado de forma amigável, aproveitando e explorando as características e habilidades de cada aluno de forma que floresça o que ele tem de melhor e que ele se sinta uma pessoa importante, de valor que pode contribuir com o espaço que o cerca, na sociedade, na sua cidade, no seu estado e no mundo.

D – O compromisso ético e a relação com a coletividade.
Não há necessidades de novas mudanças inovadores, mas sim adequar oportunidades para que o professor possa trabalhar em sala de aula com o aluno de maneira prazerosa e, necessidade se faz de salas de informáticas atualizadas, salas de leitura e biblioteca, salas dos professores em melhores condições e o livro em que o aluno não tem nenhum interesse em levar para a escola.
Nas escolas não existem murais para exposição dos trabalhos dos alunos. A família não participa ativamente na escola, são poucos que procuram saber sobre o andamento do aluno no ambiente educacional.
Necessidade se faz de escolas públicas democráticas e comprometidas em educar alunos nas linguagens da crítica, com iniciativa própria, conhecedor dos direitos e deveres dentro de um contexto educacional e social.
Existe a necessidade dos professores oferecerem aos alunos em serem intelectualmente livres, críticos e ativos. A existência de um clima político para que ocorram novos rumos na escola pública.
[...] “um ponto de partida para interrogar-se a função social dos professores enquanto intelectuais é ver as escolas como locais econômicos, culturais e sociais que estão inextrincavelmente atrelados às questões de poder e controle” [...] (GIROUX, 1997).
As escolas simplesmente repassam os conhecimentos de maneira objetiva e direta, não utilizam uma pedagogia crítica, formas de linguagens diferenciadas na contextualização dos conteúdos, não valorizam o conhecimento social mais amplo em relação aos valores sociais do estudante. O que podemos perceber é que existe uma disputa sobre autoridade, maneira da regulamentação da moral e do conhecimento.

E – Os desafios que essas experiências suscitam para a formação docente.
Antes de 1950, o modelo escolar era de reflexão dos conteúdos com ênfase na literatura e, as escolas eram destinadas para aqueles que seriam líderes. Após a década de 50, com a industrialização, as escolas começaram a direcionar os alunos para atender ao mercado industrial, perfazendo até a atualidade.
Às vezes os professores tem dificuldade em abordar os conteúdos de maneira motivadora. Igualitária, democrática e, prazerosa. O ensino médio considerado como o acúmulo de saberes, continua com a mesma finalidade do aluno em prosseguir seus estudos após o término do ensino médio em um curso técnico ou superior ou, iniciar no mundo do trabalho com somente a conclusão do ensino médio. Práticas direcionadas em sala com aula expositiva, contextualizada e utilizando laboratórios, facilitará aos alunos nas suas relações futuras, favorecendo em suas atividades no meio educacional e, ou no mundo do trabalho.
Os desafios para o educador alcançar uma educação típica da escola sem muros é grande, ele deve ser muito mais do que um detentor de conhecimento, ele deve ter interesse em aprender de tudo, ser motivado, confiante, autônomo e também ousado. Deve haver quebra de paradigmas para que se saia da zona de conforto e ocorra a mudança do modelo de ensino formal, onde um ensina e o outro aprende, um pensa e o outro repete, um pode e o outro não pode, um manda e o outro obedece. É preciso pensar muito mais do que no seu próprio umbigo, é ter visão da sua parcela de contribuição ou destruição numa sociedade ou num mundo como um todo.
(1) - Bióloga e Mestre em Ecologia e Biomonitoramento, formada pela UFBA. Tem experiência no ensino superior. Atualmente, desempenha a função de Diretora Acadêmica da Faculdade de Ensino Superior de Linhares - FACELI.
(2) - Farmacêutica -Aracruz - ES
(3) - Engenheiro Mecânico, formado pela UFES. Experiência na área de siderurgia, ensino fundamental, técnico e superior. Atualmente desempenho a função de professor de Física SEDU-ES, nos municípios de Vila Velha e Cariacica - ES e, curso técnico mecânico.

Referências Bibliográficas
GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais, rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Tradução de Daniel Bueno, Porto Alegre, Artes Médicas, cap 9 (p. 157 – 163). 1997.
PALESTRA DE VIVIANE MOSÉ O que a escola deveria aprender antes de ensinar. CPLF cultura. Café Filosófico: A educação por Viviane Mosé. Local Brasil, 2013, 49 min.
PIMENTA, Selma G. Formação de professores – saberes da docência do professor. Revista Nuances, volume III, setembro de 1997.

domingo, 15 de novembro de 2015

O FRACASSO DO MODELO TRADICIONAL NA EDUCAÇÃO E, PERSPECTIVAS DE MUDANÇAS








1 - Comentários sobre os motivos do fracasso do modelo tradicional na educação (criticado por Viviane Mosé), argumentando com suas percepções pessoais.
Ensinar no ensino médio continua sendo um desafio, principalmente devido a: conteúdos extensos, pouco tempo em sala de aula, necessidade dos alunos atento ao conteúdo proposto, excesso de alunos em sala de aula. Considerando que os alunos chegam ao ensino médio, despreparados em enfrentar os conteúdos a serem ministrados.
Às vezes os professores tem dificuldade em abordar os conteúdos de maneira motivadora. Igualitária, democrática e, prazerosa. O ensino médio considerado como o acúmulo de saberes, continua com a mesma finalidade do aluno em prosseguir seus estudos após o término do ensino médio em um curso técnico ou superior ou, iniciar no mundo do trabalho com somente a conclusão do ensino médio. Práticas direcionadas em sala com aula expositiva, contextualizada e utilizando laboratórios virtuais, facilitará aos alunos nas suas relações futuras, favorecendo em suas atividades no meio educacional e, ou no mundo do trabalho.
Viviane Mosé em seus comentários sobre o que a escola deve aprender antes de ensinar. Mostra que a escola é um fato de alienação, os alunos aprendem a produzir informação para o mundo do trabalho com, repetição e não criação de conteúdo, um espaço isolado da sociedade e em quatro paredes. O aluno passa a maior parte do tempo em elaborar os trabalhos mandados e, não são preparados para uma liderança, principalmente nos trabalhos escolares.
Antes de 1950, o modelo escolar era de reflexão dos conteúdos com ênfase na literatura e, as escolas eram destinadas para aqueles que seriam líderes. Após a década de 50, com a industrialização, as escolas começaram a direcionar os alunos para atender ao mercado industrial, perfazendo até a atualidade.
Mosé ainda comenta que “O conhecimento é abstrato, o professor desenha uma planta no quadro para explicar sobre detalhes de sua formação e, não abre a janela da sala para ver uma planta como exemplo”.
PALESTRA DE VIVIANE MOSÉ O que a escola deveria aprender antes de ensinar. CPLF cultura. Café Filosófico: A educação por Viviane Mosé. Local Brasil, 2013, 49 min.






2 - Comentários sobre a relação entre crise da educação e crise planetárias (ambiental ou de outra ordem), dentro da perspectiva (argumentação) adotada pela filosofa .
Algumas pessoas argumentam que a educação esta em crise e, Viviane Mosé argumenta que, como praticar pedagogia crítica, se não temos condições ideais de ensino nas escolas públicas e, a escola deveria ter capacidade de preparar o aluno em ser crítico, ativo e correr risco.
A escola não esta em crise, nela existe uma evolução permanente, duradoura e sem fim. Sempre existirá algo novo a ser realizado, moldado e, com novas estruturas direcionadas no processo ensino e aprendizagem. A escola estará sempre em transformação. Como exemplo de foco inovador na educação é sobre o meio ambiente, os quais estão sempre em debate no meio educacional, principalmente quando há problemas relacionados à crise da água e a poluição no meio ambiente, como poderemos observar sobre o desastre ecológico ocorrido recentemente na bacia do rio doce entre os estados de Minas Gerais e o Espírito Santo no nosso país.

PALESTRA DE VIVIANE MOSÉ O que a escola deveria aprender antes de ensinar. CPLF cultura. Café Filosófico: A educação por Viviane Mosé. Local Brasil, 2013, 49 min.

EDUCAÇÃO COMO ESFERA PÚBLICA E O PAPEL DO DOCENTE







Educação como esfera pública e o papel do docente


As escolas públicas no Brasil exercem o papel de educar o aluno principalmente no ensino médio ou, para um curso superior ou, o mercado de trabalho e de uma maneira abstrata. Não existem compromissos sociais com a educação do aluno, em orientá-lo para o mercado do trabalho, simplesmente existem atividades isoladas, mostrando que no mundo do trabalho os alunos entrarão como aprendizes, ajudantes ou atividades designadas de subemprego.
Os alunos após o ensino médio, não foram treinados para ocupar uma determinada função específica, simplesmente são inseridos em uma atividade qualquer no meio empresarial sem nenhuma orientação escolar.
Os professores poderiam se manifestar para que os estudantes sejam críticos nas injustiças econômicas, políticas e sociais. Uma luta para aperfeiçoar o caráter democrático como cidadão. Uma prática em sala de aula, formando cidadãos sociais, ativos e críticos nos meios educacionais e no meio social. Mostrar para o aluno, que tem capacidade de entender a realidade em que vivem e pensar novas ideias sobre o desenvolvimento para uma sociedade melhor.
Os currículos dos conteúdos do ensino médio são distanciados para o mundo do trabalho. Nas escolas públicas no Brasil existe um controle burocrático e distanciado da realidade educacional, comparado com as escolas particulares.
O papel do educador é ser reflexivo, que os alunos desenvolvam conhecimentos e habilidades, construindo seus conhecimentos de maneira crítica, dinâmica, dentro de uma realidade social vivenciada pelo aluno.



Referências Bibliográficas
GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais, rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Tradução de Daniel Bueno, Porto Alegre, Artes Médicas, cap 9 (p. 157 – 163). 1997.
PALESTRA DE VIVIANE MOSÉ O que a escola deveria aprender antes de ensinar. CPLF cultura. Café Filosófico: A educação por Viviane Mosé. Local Brasil, 2013, 49 min.
PIMENTA, Selma G. Formação de professores – saberes da docência do professor. Revista Nuances, volume III, setembro de 1997.